Neurodireitos: é possível falar em direito à privacidade mental com chips implantados no cérebro? Ouça comentário de Rita Ellert

Os neurodireitos é objeto de intensos debates jurídicos. Entre suas ramificações está o chamado direito à privacidade mental, que compreende a proteção dos dados produzidos pela atividade cerebral, atualmente acessíveis por meio das neurotecnologias. Com o avanço das tecnologias, com dispositivos neurais conectados à rede seria possível que indivíduos ou organizações rastreiem ou manipulem a experiência mental de um indivíduo. O tema é abordado pela advogada Rita Ellert. Ela fala dentro do Folha 105, programa que é apresentado de segunda a sexta-feira, das 18h às 19h.

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